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Viver mais e melhor será possível graças à medicina genômica


Viver mais e melhor será possível graças à medicina genômica / Notícias

Especialistas em antienvelhecimento apontam que essa nova prática médica permitirá identificar as particularidades genômicas que indicam se uma pessoa é suscetível a certas doenças. A medicina genômica é baseada no uso da análise genotípica para prever, prevenir e tratar doenças, revelando a suscetibilidade de um indivíduo a certas patologias, causadas por certos genes predisponentes que interagem com os gatilhos ambientais. Também permite o diagnóstico dessas doenças antes do início dos sintomas. Entre as doenças que podem ser previstas com este método, algumas têm uma alta incidência na sociedade, como hipertensão, diabetes, obesidade, câncer ou doença de Parkinson.

Isso permitirá prevenir ou retardar sua aparência, evitando fatores de risco modificáveis, bem como o uso de um tratamento individualizado (farmacogenética) que melhora a segurança e a eficácia dos medicamentos.

Tratamentos personalizados

O termo genômica (que define o estudo dos genes, suas funções e as relações que mantêm entre si e com o meio ambiente) emergiu no final da década de 1980, em relação ao Projeto Genoma Humano, que identificar completamente a informação genética contida em cada célula e escrita na língua do DNA.

O conhecimento das variações genéticas que existem entre os indivíduos também facilita a escolha da intervenção terapêutica mais apropriada em cada caso. Este é precisamente o objetivo da farmacogenética, que se concentra no desenvolvimento e uso de medicações adaptados às características genéticas de cada indivíduo, para que a dose precisa seja administrada, sejam mais eficazes e tenham menos efeitos colaterais.

Embora em Espanha a esperança de vida seja superior à média dos países da União Europeia, que é de 81,8 anos, dados recentes indicam que os espanhóis vivem com uma doença em média 25 anos, o que implica que Os espanhóis vivem uma média de 55,3 anos desfrutando de boa saúde, enquanto a comunidade média está acima, chegando a 62,6 anos. Por essa razão, especialistas defendem a existência de ferramentas que permitam antecipar o aparecimento de doenças para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Nesse sentido, a análise genética preditiva e o uso de farmacogenética, juntamente com a adoção de hábitos de vida saudáveis, contribuirão para que as pessoas não apenas vivam mais, mas também melhor.